Faixas
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Daqui pra frente Tudo, tudo, tudo Vai ser diferente Venha, venha, venha Ficar com a gente Se joga, entra na roda Pra cima e sempre Tudo, tudo, tudo Vai ser pra quem sente Gente, gente, gente Fechada com a gente Remar até depois Desse sol poente Tudo novo o tempo todo Esse ano eu não morro Por você vou fazer tudo de novo Tudo novo e de novo Tudo novo o tempo todo Hoje eu saio do fundo desse poço Daqui pra frente Tudo, tudo, tudo Vai ser um presente Venha, venha, venha Dançar com a gente Mergulha, entra na história Vem viver pra sempre Tudo, tudo, tudo Agora transcende Gente, gente, gente Aberta com a gente Descobrir o que vem depois Desse sol poente Tudo novo o tempo todo Esse ano eu não morro Hoje eu saio do fundo desse poço Tudo novo e de novo Tudo novo o tempo todo Por você vou fazer tudo de novo Daqui pra frente… Tudo, tudo, tudo vai ser diferente Tudo, tudo, tudo vai ser diferente Tudo, tudo, tudo vai ser diferente Tudo, tudo, tudo vai ser diferente
Gabriel Aragão
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Aconteceu do nada Veio rápido demais Até que pensando bem, já tava Escrito há um tempo atrás Fiquei meio sem reação Um dia, um mês, perdi a noção E eu que nunca disse “não” Tive que aprender É, é… Pra recomeçar! É, é… Pra recomeçar! Vi de longe a armadilha Lenta se formar Acontece que você esqueceu Que o amor sabe esperar Eu te considerava irmão Ainda doi meu coração E eu que nunca disse “não” Tive que aprender É, é… Pra recomeçar! É, é… Pra recomeçar! Nada nessa vida tão fodida Dura tanto quanto a quem a gente ama Pra recomeçar! Pra recomeçar! Pra recomeçar! Nada nessa vida tão fodida Dura tanto quanto a quem a gente ama Pra recomeçar!
Gabriel Aragão
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Quanto mais você se doa Mais te deixam para trás Quando você se tocar Pode ser tarde, tanto faz Amigos por interesses Somem depois de uns meses Fogo de palha, fake Abraçam e puxam seu tapete Amigos… Por interesse! Nem tudo que o mar leva Um dia volta pra você Às vezes amar alguém É aceitar estar sem ninguém Amigos por interesses Somem depois de uns meses Fogo de palha, fake Abraçam e puxam seu tapete Amigos… Por interesse! Não faz mais sentido agora Andar com quem é da boca pra fora Uh, uh, uh, uh… Por interesse! Gota d’água, ponto final Gota d’água, ponto final Gota d’água, ponto final Gota d’água, ponto final Gota d’água, ponto final Gota d’água, ponto final Amigos por interesses Somem depois de uns meses Fogo de palha, fake Abraçam e puxam seu tapete Amigos… Por interesse! Não faz mais sentido agora O mundo é grande, levanta, bora! Não faz mais sentido agora Andar com quem é da boca pra fora Uh, uh, uh, uh… Por interesse!
Gabriel Aragão
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A luz apaga e você quer saber Se agora é tudo ou nada Eu te conto mas você não vê A um palmo da sua cara Ninguém entende mais Quais são as nossas falhas Me perdi em mil conselhos Não sobraram nem migalhas Melhor assim, um pra cada lado Antes de seguir ladeira abaixo Agora sim, tudo está mais claro A gente tava down, down, down até embaixo Passou um tempo e eu levantei Fiz duas asas dos meus cacos Fugi da gaiola que você me deu Sobrevoei o nosso penhasco E lá de cima eu vi Você rolando os dados Tão sozinho até que eu entendi Você cavou seu próprio buraco Melhor assim, um pra cada lado Antes de seguir ladeira abaixo Agora sim, tudo está mais claro A gente tava down, down, down até embaixo Se você me quer tão bem: me deixe sair! Se você me quer tão bem… Se você me quer tão bem: me deixe sair! Segue o teu caminho em paz longe de mim! Melhor assim, um pra cada lado Antes de seguir ladeira abaixo Agora tudo, tudo está mais claro A gente tava down, down, down até embaixo A gente tava! A gente tava! Down, down, down até embaixo uh uh
Gabriel Aragão
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A última vez que eu te vi Cê parecia estar tão bem Mas eu sei: a vida é avessa, nada Dura pra ninguém Se quiser um conselho: Se mantenha inteiro! Uh uh uh uh Uh uh uh uh Uh uh uh uh Uh uh uh uh Eu nunca vou saber Como é ter que ser você Então, me deixa aprender Empresta teus olhos, quero ver Se quiser um conselho: Seja você mesmo! Não importa o que aconteça Eu quero que você prometa Encontrar um lugar que te mereça (Um lugar que te mereça!) Não importa o que aconteça Eu quero que você prometa Encontrar um lugar que te mereça (Um lugar que te mereça!) Não importa o que aconteça Eu quero que você prometa Encontrar um lugar que te mereça (Um lugar que te mereça!) Nós somos páginas ao vento Às vezes nem sei porque eu tento, mas Pra lutar pelo que é meu eu tenho tempo Não importa o que aconteça Você me prometa Um lugar que te mereça Um lugar que te mereça Um lugar que te mereça Um lugar que te mereça Um lugar que te mereça A última vez que eu te vi Cê parecia estar tão bem
Gabriel Aragão
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Nem sei mais como explicar Tudo o que aconteceu Pontes queimadas, muros erguidos Trincheiras entre você e eu Nem adianta consertar Essa casa não é um lar Você abusou, jogou fora Diz pra mim: “valeu a pena?” Uh uh uh uh Só quem sentiu na pele e se perdeu Uh uh uh uh Volta maior porque sobreviveu Nem venha me perguntar Tão cedo o nó não vai desatar Você me diz: “não vai ser fácil” Mas eu voltei pra te lembrar Uh uh uh uh Só quem sentiu na pele e se perdeu Uh uh uh uh Volta maior porque sobreviveu Difícil sempre vai ser Se você embaça, embaça O que é tão óbvio de ver Difícil sempre vai ser Se você instiga, instiga E no fim diz que não é com você Difícil sempre vai ser Difícil sempre vai ser Difícil sempre vai ser Se você embaça, embaça O que é tão óbvio de ver Difícil sempre vai ser Se você instiga, instiga E no fim diz que não é com você
Gabriel Aragão
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Não vou dizer que foi fácil E nem que me arrependi Pra cada porta fechada Uma outra surgiu pra mim Vá me perdoando a pressa Adiar nossa conversa A casa vai estar sempre aberta É que o novo, o novo me espera Hoje eu enxergo acima O meu sol interno me guia pelo escuro Nada se esconde, e o que eu não posso ver Já estava escrito muito antes de nascer Muito antes de nascer… Meu caminho é traçado Por âncoras e ventos Pelas dores da cidade E amores violentos Já não me sinto à vontade De ver o mundo do meu jeito O passado e o futuro São duas verdades: a gente bem no meio! Hoje eu enxergo acima O meu sol interno me guia pelo escuro Nada se esconde, e o que eu não posso ver Já estava escrito muito antes de nascer Muito antes de nascer… Aqui ninguém planta a semente do mal Aqui ninguém atrapalha nosso carnaval Aqui ninguém planta a semente do mal Aqui ninguém atrapalha nosso carnaval Hoje eu enxergo acima O meu sol interno me guia pelo escuro Nada se esconde, e o que eu não posso ver Já estava escrito muito antes de nascer Muito antes de nascer… Muito antes de nascer…
Gabriel Aragão
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O que você deixou de ser Quando decidiu crescer? O que teve que abandonar? O que era fogo e apagou? O que era louco e funcionou? O que não vai conformar? Pode ser valente, pois tem fome Parecia amor, mas tentou sujar teu nome O vento que bateu aqui Arrastou todos os nossos planos Até quando eu me encontrar Tempestade, eu decidi Te deixar seguindo o teu rumo Até quando eu me encontrar Até quando eu me encontrar Ouvi que ela se cansou Ouvi que ela arrumou O quarto antes de dormir E saiu na calada da uma noite Sem dizer adeus, sem sequer escrever aonde E sumiu nos prédios, no horizonte Nunca mais voltou, mudou até o sobrenome O vento que bateu aqui Arrastou todos os nossos planos Até quando eu me encontrar Tempestade, eu decidi Te deixar seguindo o teu rumo Até quando eu me encontrar Tem dias que tá tudo bem Outros dias, nada além De teto e cama sem ninguém aqui, aqui… O vento que bateu aqui Arrastou todos os nossos planos Até quando eu me encontrar Tempestade, eu decidi Te deixar seguindo o teu rumo Até quando eu me encontrar Até quando eu me encontrar
Gabriel Aragão, Henrique Giacomini
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Deus te abençoe Quem sabe da próxima vez Ouvi que ele pegou um xadrez Ainda vai passar na TV Desculpa atrapalhar Pedindo a tua ajuda Mas antes do vagão fechar O que faria no meu lugar? Tem fogo? Eu vou apertar Quem é o teu Orixá? Dividam entre vocês Tudo de novo outra vez Como é que eu vou explicar O camburão quando o filho perguntar Mais um problema de gente branca Sorrindo na propaganda Pessoas invisíveis Pessoas invisíveis Você também é Invisível pra alguém em em em em em em… O sereno anuncia o temporal Não importa, é terça de carnaval Então, por bem ou por mal Levanta esse astral É tudo culpa de vocês Porque nunca chega a minha vez? Tem troco pra facilitar? Nessa terra tudo se dá Deixa o dilúvio agir em paz Longe dos meus, tanto faz! Aquilo que você é capaz A gente sabe, não custa lembrar São Jorge eu tô vendo o dragão Eu misturo ira e compaixão Tô esperando a ciência explicar O que a alma não quer calar Pessoas invisíveis Pessoas invisíveis Você também é Invisível pra alguém Pessoas invisíveis Pessoas invisíveis Você também é Invisível… Pra alguém… Você também é Invisível pra alguém
Gabriel Aragão
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Diz aonde eu estaria Sem vocês pra escrever Fortaleza, Rio, Lisboa, Ou perdido em SP? Sinto muito que as coisas Tenham acontecido assim Na vida a gente faz escolhas Ou escolhem por nós e fim A vocês que me deram tanto Hoje eu quero só dizer Mucambada, Mucambada Eu te amo e sempre vou Levo comigo nas mudanças Desenhos, cartas e lembranças Pra quem teve pouco amigo Um bom fã é um abrigo Sei que o tempo vai passar E tem muita coisa pra arrumar É que eu quero deixar claro Mucambada, eu sei te amar E a quem tentou me tirar tudo Hoje eu canto mesmo assim Mucambada, Mucambada Te amo tanto, pra sempre vou Mucambada, Mucambada Eu te amo, sempre vou Hey!
Gabriel Aragão
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Eu tô arrumando o que você fez Tirando os estilhaços da vez Sei que muito do que se vê É feito só pra entreter Mas você me dá gatilhos Só você me dá gatilhos Junto a gente tirava um som Até você mudar de tom Nossos caminhos foram separados Como um “Y” Você reclama da vida que escolheu Dono daquilo que não é seu Gosta de manchar sua roupa De ideias mesquinhas e loucas Você me dá gatilhos Só você me dá gatilhos Junto a gente tirava um som Até você mudar de tom Nossos caminhos foram separados Obrigado pelo presente Eu precisava seguir em frente E embora eu sinta falta da gente Ninguém é assim tão inocente Junto a gente fazia/tirava um som Até você mudar de tom Nossos caminhos foram separados Como um “Y”
Gabriel Aragão
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Eu quero descer Enquanto eu for Dono de mim Pra abraçar quem me alcançou Meus irmãos são tantos Um pra cada cor Navego outros mares Onde o rio desaguou Na encruzilhada pisa leve na minha dor Outra vez, dos monstros eu sou o amor Canta a canção pra mim Cuida do teu jardim Lembra que o fim não tem fim Manda um batalhão por mim Filhos de Exu Mirim Lembra que o fim não tem fim E quando aportar no cais do fulgor Escreve pra mim, menino-mar, divina flor Meu quinhão é tudo o que o vento encostou Canta a canção pra mim Cuida do teu jardim Lembra que o fim não tem fim Escava esse chão por mim Desmarca os teus confins Lembra que o fim não tem fim Abre o portão pra mim Cuida do teu jardim Lembra que o fim não tem fim Canta a canção pra mim Cuida do teu jardim Lembra que o fim não tem fim Nunca tem fim Não tem fim Nunca tem fim Não tem fim Tudo, tudo, tudo Vai ser diferente Tudo, tudo, tudo Vai ser diferente
Gabriel Aragão